Mostrando postagens com marcador Informação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Informação. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 19 de junho de 2013

#PFVWJAM


Bom galera neste final de semana estaremos participando do Passo Fundo Volks Jam, então segue abaixo algumas informações para os integrantes do grupo que vão participar e também para os não-integrantes que também pretendem ir:
Horários de Saída:
1ª Turma: Sábado as 14:00h em frente a Ferroviária;
2ª Turma: Domingo as 7:00 em frente a Ferroviária.

PARA OS COMBOIOS!!!!

Esperamos que seja útil!

- Sempre definir o primeiro carro que será o guia (BATEDOR) de todo o grupo, portanto, este será o que tem o roteiro e os locais de parada durante a viagem e o local de destino pré fixados.
- Trafegue sempre com os faróis baixos ligados, isto ajuda a visualização do seu automóvel na estrada e reduz o risco de acidentes.
- Ao se aproximar das praças de pedágio (nas vias que o possuem), procure utilizar as cabines que ficam próximas da faixa da direita e quando passar pelo pedágio fique atento aos veículos que passam pela faixa do 'Sem Parar', pois eles estarão trafegando numa velocidade superior a sua, tome bastante cuidado neste momento;
- Ao passar pela praça de pedágio, pare somente após mais de 1 km distante, em local seguro e de fácil visibilidade para os outros motoristas, até o todos passarem a cancela.
- Não esqueça que os carros e o comboio viajam em velocidades inferiores à outros veículos, portanto, é importante, ter distância suficiente entre um carro e outro para a ultrapassagem de veículos mais rápidos.
- Se necessitar de auxílio durante a viagem, ligue a seta e direcione-se ao acostamento, sinalizando imediatamente ao veículo que está na frente e este deve fazer o mesmo, sucessivamente até o 'batedor'. Em seguida ligue o pisca alerta. Nunca pare bruscamente na pista nem trafegue com o pisca alerta ligado;
- Se presenciar a ocorrência de um acidente, reduza a velocidade mas não pare na pista. Pare em segurança no acostamento e chame o socorro;
- Procure manter a velocidade do comboio, nem lento nem rápido demais;
Fique atento nas paradas pré-determinadas e procure não dispersar-se do grupo;
- O comboio vai chamar bastante atenção dos demais motoristas, alguns que trafegam, mais apressados, não gostarão, mas muitos, ficarão felizes em vê-los na estrada, um aceno e um sorriso, não faz mal, então contemple a paisagem e curta sua viagem!

domingo, 16 de junho de 2013

Nova diretoria dos Fuskeiros de Estação

Hoje a tarde nos reunimos para definir os detalhes para o #PFVWJAM e aproveitamos a oportunidade para fazer a eleição da nova diretoria dos Fuskeiros de Estação, ficando assim:
-Presidente: Venâncio Costa
-Vice-presidente: Diego Augusto Hoffmann
-Tesoureiro: Darci Hoffmann
-Secretário: Gleison Tiburski

sexta-feira, 15 de março de 2013

Encontro em Áurea (Informações)


Atenção interessados em ir pra Áurea, segue abaixo as informações.

Saída no sábado, dia 16.
1ª turma as 16:00 em frente a Ferroviária
2ª turma as 17:00 em frente a Ferroviária

Saída no domingo, dia 17.
Turma única as 7:50 concentração em frente a Ferroviária e próximo das 8:10 
no trevo de Sta Lúcia, onde se encontrarão com o pessoal do Passo Fundo Fusca Clube.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Falta 1 mês para o...


A história das míticas rodas Fuchs dos Porsche 911


Favorita também dos fusqueiros, esta roda não é apenas uma bela peça de design: como tudo o que envolve a Porsche, há muita engenharia e genialidade por trás destes cinco raios achatados. Neste post, vamos descobrir um pouco de tudo isso.
Durante a Segunda Guerra, a Otto Fuchs Metallwerke, da cidade alemã de Meinerzhagen, produzia as rodas de alumínio dos veículos militares construídos pela Porsche. Isso explica por que a marca procurou a Fuchs quando pensou em oferecer rodas de liga leve nos modelos 911S. A escolha mostrou-se um acerto quando Karl-Heinz Ochel, engenheiro-chefe da Fuchs, ofereceu a possibilidade de fabricar rodas forjadas, algo que nunca havia sido feito na Alemanha. Isso possibilitaria cerca de 2,5 kg a menos por roda, que ainda seria entre duas e três vezes mais resistente que uma fundida. A unidade 15″ x 5,5″ pesava apenas 4,9 kg!
911targa1988
1988 foi o último ano das Fuchs nos Porsche 911
O desenho das peças foi feito por Heinrich Klie, do departamento de design da Porsche. Klie também desenhou uma série de componentes do 911, como o painel – além de ter criados as linhas do modelo 914. Algo muito curioso é o fato da primeira peça em clay já ter sido aprovada imediatamente por Ferry Porsche, sem o pedido de nenhuma mudança. As únicas alterações, sutis, foram feitas pelo departamento de suspensões (chefiada por Rudolf Hoffmann), para que as rodas atendessem às necessidades de ventilação e de distribuição de tensões.

Como as Fuchs eram feitas

O processo de fabricação da Fuchs era complexo e custoso, envolvendo 58 processos de forjamento, tratamento térmico e acabamento. Tudo começa com uma enorme tora de liga formada por 95%¨de alumínio, com mais de seis metros de comprimento. Dela, eram cortados os tarugos em forma de queijo parmesão que formariam as unidades. Confira abaixo os principais passos:
fuchssteps
Primeira forja (Drop Forging): a peça é prensada por uma força equivalente a 4.000 toneladas, criando a matriz básica
Segunda forja (Drop Forging): a mesma peça sofre outro processo de prensamento, com 7.000 toneladas. Com isso, os raios são desenhados
Terceira forja (Drop Forging): uma prensa de 800 toneladas destaca o excesso de material
Quarta forja: a região do aro sofre o processo de rolamento, ganhando a forma e a largura necessária. 
A Otto Fuchs projetou a peça e os materiais de forma superdimensionada, para que as peças pudessem ser bastante alargadas. Assim, o processo para modelos mais esportivos era barateado, assegurando longevidade de produção das rodas sem alterações radicais de processos industriais.

Por fim, as rodas passam pelo processo de acabamento (retirada de rebarbas, polimento, anodização, pintura e balanceamento).
Belo exemplar de Fusca com as rodas Fuchs
 A Otto Fuchs é uma empresa monstruosa e que existe até hoje, com envolvimento pesado na área automotiva, aeroespacial e de construção. No mundo dos carros e caminhões, a Fuchs produz monoblocos de carroceria, chassis, bloco de motores, componentes de direção e suspensão e, claro, rodas – Aston Martin, Audi, BMW e Mercedes-Benz são alguns de seus principais clientes. Contudo, o mais bacana é que os caras possuem um departamento especializado na restauração de rodas clássicas. Isso sem mencionar que eles produzem a Fuchs para os novos Porsche, de geração 987, 996 e 997 (não deve demorar para surgir modelos para os 991).
fuchsaa

Fonte: Jalopnik

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

VW EA-48: Prototipo esquecido pela VW


O VW EA-48 foi um projeto da VW no inicio da década de 50. A VW queria lançar uma opção a mais em sua gama de veículos que, ate então era constituído pelo Fusca, a Kombi  e o então recém lançado Karmann Ghia. A idéia era de um carro compacto e prático, mais ainda que o Fusca. Ele possuía um motor boxer, desempenhando 18hp de potencia e era montado na dianteira, ao contrário do Fusca. 



  

Tinha uma suspensão dianteira mais moderna com o uso de molas. Com um formato mais quadrado, ele usava muitas peças do Fusca, como o velocímetro, os pegadores de porta. O projeto não foi adiante, pois na época, as vendas do Fusca estava a todo vapor, e a Vw entendeu que prejudicaria as vendas do fusca que era seu carro chefe. O projeto foi abandonado em 1955, sendo que um exemplar deste peculiar modelo está exposto no Museu da VW.

  



segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Fusca é o mais procurado no mercado de usado entre clássicos


A organização do Auto Show Collection, evento que reúne todas as terças feiras mais de 3.000 visitantes apaixonados por carros  antigos, customizados e motocicletas, divulgou nesta semana uma pesquisa feita com seus frequentadores, mostrando quais são os clássicos nacionais mais procurados no mercado de usados. Confira ainda o preço médio de cada modelo.
1º Volkswagen Fusca – Como já era de se esperar, o Fusca é o mais procurado. Fácil de encontrar em qualquer esquina, por ter manutenção barata e peças em qualquer mecânico, o Fusca é líder entre os carros nacionais. No Brasil, foram mais de três milhões de unidades fabricadas entre 1959 e 1986, e depois de 1993 a 1996. O preço médio do sedan também continua em alta: um Fusca fabricado na década de 1970 em bom estado, custa em média R$ 6 mil. Se for da década anterior, o preço médio é de R$ 10 mil. Modelos importados como os alemães e mexicanos chegam a custar R$ 50 mil. A cada semana o Auto Show Collection chega a reunir mais de 150 Fuscas à venda.
2º Chevrolet Opala – O Chevrolet fabricado entre 1969 e 1992 era vendido em três configurações: sedan quatro portas, cupê e a station wagon Caravan é o segundo carro  mais comercializado no Auto Show Collection às terças-feiras. Todas as semanas dezenas de Opalas são oferecidos pelos mais variados preços. As versões fabricadas na década de 1980 são as mais em conta, com preços médios de R$ 10 mil. As versões da década anterior chegam a custar o dobro. Já modelos esportivos como o Opala SS ou o raro Opala Chateau (com interior vermelho) chegam a ter preço de R$ 30 mil.
3º Volkswagen Brasília  outro modelo muito popular e que ocupa a terceira posição é o Brasília, fabricado entre 1973 e 1982, e que teve pouco mais de um milhão de unidades produzidas. O carro que foi revolucionário em seu tempo unia a robustez do Fusca a um desenho contemporâneo e muito espaço interno, é outro modelo acessível para quem deseja ingressar no antigomobilismo. Um modelo em bom estado de conservação, independente do ano, tem preço médio de R$ 8 mil.
4º Volkswagen Gol – mais um Volkswagen figura na lista dos clássicos mais procurados no Auto Show Collection. A facilidade de se encontrar peças de reposição e a robustez mecânica estão entre os grandes motivos que tornam o Gol popular. Um modelo em bom estado, fabricado na década de 1980 e que conserva as características originais, custa em média R$ 7 mil. Versões especiais como o Gol Copa e Gol GTI (equipado com injeção eletrônica) chegam a custar R$ 15 mil.
5º Ford Corcel  derivado de um projeto da francesa Renault (R-12), o Ford Corcel lançado em 1969, é o quinto carro mais comercializado no Auto Show Collection. Seu apelo esportivo, principalmente na primeira versão e o estilo contemporâneo são suas marcas, o que tornam o Corcel um dos mais populares entre os clássicos nacionais. Um Corcel I (1969 a 1977) em bom estado custa em média R$ 7 mil, sendo que a versão esportiva GT pode alcançar o dobro deste valor. Um Corcel Il ainda não é tão procurado por colecionadores, mas um modelo em bom estado também custa em média R$ 7 mil.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Encontro em Marau

Bom gente nesse final de semana acontece o 6° Encontro de Fuscas e Derivados em Marau, nós dos Fuskeiros de Estação, estaremos nos reunindo Sexta-Feira (amanhã) as 9:30h em frente ao Sicredi (Ja que na ferroviária não será possivel por causa do parque de apoio do Rally), onde iremos até Passo Fundo onde nos encontraremos com os amigos do Passo Fundo Fusca Clube e as 11h saíremos de Passo Fundo com destino a Marau, onde almoçaremos ja no parque de eventos. 
Você proprietário de Fusca ou derivado que tenha interesse em participar desse evento, está convidado para nos acompanhar até este grande evento organizado pelos amigos do Marau Fusca Clube.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Linha do Tempo do Fusca Brasileiro

Reunimos nessa linha do tempo as principais
 mudanças ocorridas no Fusca brasileiro


  1959:
início da produção, no dia 3 de janeiro; a inauguração oficial deu-se só no fim do ano, em 18 de novembro, com direito a passeio do presidente JK às instalações da fábrica, em um cabriolet 1958. O Fusca nacional 1959 seguia em muito o modelo alemão do mesmo ano, mas mantendo o esquema “carroceria mercado Europeu”, com as setas “bananinhas”, mas com pára-choques “mercado norte-americano”, de lâmina dupla. O escudo do capô dianteiro é exclusivo da versão brasileira: é o brasão da cidade em que se localiza até hoje as instalações da fábrica, São Bernardo do Campo.
     
1961:
a partir da segunda série daquele ano (lançada no mês de março), as setas indicadoras da direção (“bananinhas”) são substituídas pelos piscas nos pára-lamas, mas mantendo-se as lanternas traseiras do modelo anterior. Mais inovações: o Fusca ganha uma caixa de mudanças totalmente sincronizada, além do marcador de combustível e alça do passageiro carona, também situada no painel.
  
     
  1962:
novas lanternas traseiras, maiores. Não saiu Fusca 1962 com lanternas traseiras pequenas, ao contrário do que o senso comum crê.
     
1964:
novos bancos, para algumas séries; em outra(s), mantém-se o da versão anterior.
  
     
  1965:
a lanterna de iluminação da placa traseira é ampliada; novos piscas dianteiros, também maiores. Versões “Pé-de-boi” e “Cornowagen” lançadas (consultar Glossário)
     
1966:
a partir da segunda série de 1966, o Sedan vem com o vidro traseiro maior.
  
     
  1967:
lançado o Sedan 1300 – motor 1300, rodas com ventilação, novos bancos e forros de porta A segunda série do ano 1967 traz o sistema elétrico em 12 Volts, substituindo o anterior, de 6 Volts.
     
1969:
o Fusca finalmente ganha espelho retrovisor externo.
  
     
  1970:
a partir da segunda série de 1970, o Sedan 1300 ganha uma série de inovações, tais como novos pára-choques, novos capôs e painel com partes plásticas (em preto); é lançado o Fusca 1500 (“Fuscão”), uma versão mais esportiva do Sedan: contava com bitola traseira mais larga, rodas com quatro furos e calotas “chatas”, lanternas traseiros e capô diferenciados, bancos em gomo com painel revestido em material imitando jacarandá.
     
1973:
novos pára-lamas dianteiros, com farol “em pé”.
  
     
  1974:
surge a “orelhinha”, respiro situado atrás das janelas traseiras. Lançada a versão Bizorrão.
     
1976:
lançado o Sedan 1600, em substituição ao 1500.
   
     
   1978:
o bocal de abastecimento passa a se localizar na lateral do carro.
     
1979:
novas lanternas traseiras, ainda maiores, que se tornaram conhecidas por “Fafá”, em alusão à cantora Fafá de Belém. Novo espelho externo, em plástico preto e retangular. A versão a álcool começa a ser oferecida.
   
     
   1983:
mantém-se em linha apenas o Sedan 1300, que pela primeira vez é chamado oficialmente pela montadora de “Fusca”.
     
1984:
sai o 1300 de linha, entra um novo 1600.
  
     
  1986:
painel revestido, bancos reclináveis com apoio para a cabeça e volante espumado. Último ano da produção: a série especial “Última Série” marca o fim deste ciclo.
     
1993:
reinício da produção. O motor é 1600, gasolina ou álcool, com catalisador (por exigência de Lei). Novos bancos, forros e acabamentos. Friso lateral adesivo, amarelo, logotipo Volkswagen deslocado para o capô traseiro, novo emblema “Fusca”, pára-choques na cor do carro.
  
     
 1996:
Finaliza-se a produção. Últimas unidades constituem a “Série Ouro”.