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terça-feira, 18 de setembro de 2012

Schwimmwagen, o Fusca anfíbio





O Schwimmwagen, carro flutuante ou carro nadador, é uma versão derivada do Kubelwagen, que por sua vez era a versão militar do famoso VW Fusca, desenhado por Ferdinand Porsche no inicio dos anos 30.
O projeto do Schwimmwagen foi resultado de um contrato para o desenvolvimento de um veículo anfíbio todo o terreno, que solicitava a apresentação de três protótipos para avaliação.
O primeiro deles ficou pronto apenas dois meses depois, e era praticamente um Kubel modelo 82, mais longo, com as portas soldadas e isoladas de forma a não permitir a entrada de água. Ele foi apresentado aos militares a 1 de Novembro de 1940.





A análise dos protótipos foi efetuada tendo como comparação outros veículos anfíbios que estavam em desenvolvimento há alguns anos, mas o Schwimmwagen mostrou-se claramente superior, o que levou a que em Dezembro de 1940, fosse colocada uma encomenda para o fornecimento de 100 unidades de pré-produção, que serão conhecidos como modelo «128». Estes veículos entrarão em período de análise ao longo de 1941, tendo as suas qualidades como veículo «fora de estrada» sido apontadas como elevadas. 

Houve séries derivadas do tipo 128, conhecidas como «129» e «138».
Porém, o veículo, baseado no Kubel apresentava alguns problemas, entre os quais se contava a dificuldade em sair da água em margens irregulares e com maior inclinação.
Este problema leva a que se inicie em 18 de Fevereiro de 1942, um novo programa de aperfeiçoamento. Este programa levou a uma versão modificada do veículo, conhecida como «166», aquela que viria a ser a mais importante série de produção do Schwimmwagen. Com uma distância entre eixos menor, o novo veículo era mais manobrável e estruturalmente mais resistente, estanto equipado com uma hélice na traseira do veículo, o que lhe dava uma mobilidade acrescida.

Esta série foi aprovada para produção em 29 de Junho de 1942. A produção em série foi então iniciada, tendo no total sido produzidos 14276 unidades. A produção do veículo foi encerrada no final de 1944.

sábado, 29 de outubro de 2011

História do VW SP1/SP2

A série SP foi uma série de carros esporte desenvolvidos pela Volkswagen do Brasil para o mercado interno, de 1972 a 1976; o nome supostamente é um acrônimo para São Paulo (outras fontes atribuem a sigla à Special Project ou Sport Prototype).
Nos anos 70 o mercado brasileiro estava fechado a importações. Os únicos carros esporte oficialmente feitos aqui eram o Karmann Ghia e seu sucessor, Karmann Ghia TC. Apenas fabricantes independentes atingiram algum sucesso, notavelmente o Puma

 A subsidiária da Volkswagen no Brasil sempre gozou de uma certa independência da matriz alemã, graças entre outras coisas à presidência de Rudolf Leiding (que seria futuramente presidente da matriz). Em 1969 ele deu partida em um projeto independente, totalmente feito no país, para um carro esportivo de carroceria leve. Uma equipe liderada pelo engenheiro Senor Schiemann iniciou o que chamaram de Projeto X, e apresentaram o protótipo (executado por José Vicente Novita Martins, Marcio Piancastelli e Jorge Yamashita Oba) na Feira da Indústria Alemã em março de 1971. Mas levaria ainda mais um ano até que o carro ganhasse as ruas.

O SP, nome final do carro, foi construído na plataforma da Variant, oferecido com o mesmo motor boxer de 1600cc, versão chamada de SP1, ou com um motor 1700cc, chamado de SP2. Este último desenvolvia 75cv, 160Km/h e fazia 10 km com um litro, e foi a versão que prevaleceu no mercado.
Quando o carro foi apresentado, rapidamente atraiu a atenção da mídia especializada. Possuía um interior requintado, um acabamento de alto nível e muitas outras melhorias em relação a linha VW a ar da época (superior inclusive ao outro "esportivo" da Volkswagen na época, o Karmann Ghia TC).
O SP1 logo saiu de linha, já na época do lançamento. Com sua baixa performance (apenas 65 cv em um motor 1600), ele não agradou.
Esse problema viria assombrar o SP2 também. Na verdade, uma piada maldosa da época dizia que a sigla "SP" significava "Sem Potência"

 
Logo ficou claro que o carro, apesar de seu notável design, não conseguiria derrotar o Puma na performance. Embora eles usassem um motor similar, o Puma era feito em fibra de vidro, muito muito mais leve do que o aço empregado no SP2. Isso, evidentemente, refletiu-se nas vendas, assim como o próprio anacronismo do motor à ar na época. O preço do carro, empurrado para cima devido à produção em pequena escala, também não ajudava (pelo preço do carro se comprava dois Fuscas 1300 na época). Assim, o carro saiu de linha em 1976.
Com um total de 10.207 unidades fabricadas (670 deles exportados para a Europa), o carro agora é valorizado como um item de colecionador e os preços de um exemplar bem preservado podem ser bem altos.

domingo, 23 de outubro de 2011

Historia da VW Variant



A Variant foi lançada em 69, com a frente alta com faróis quadrados (iguais aos do Zé do Caixão, lançado em 68), lanternas traseiras fininhas, e o quebra vento na lateral do vidro traseiro... Este modelo ganhou uma pequena ''pincelada'' no segundo semestre de 70, com o lançamento do TL, e a única diferença foi à adoção do conjunto ótico do TL (faróis duplos redondos), e leve modificação no capo dianteiro... O Zé do Caixão, também ganhou as mesmas modificações na dianteira, na mesma ocasião... Ficaram os três com a frente idêntica, durante esse período da metade de 70 até a metade de 71.

No segundo semestre de 71, a linha TL/Variant ganharam a chamada frente baixa, e o Zé do Caixão deixa de ser produzido, substituído pelo TL 4portas... A Variant manteve o quebra vento na janela lateral e as lanternas fininhas até o fim de 72... Em 73, ganha três saidinhas de ar na coluna C, perde a tal janelinha lateral, e ganha as lanternas traseiras maiores, mantendo esta configuração até 77, quando saiu definitivamente de linha, abrindo espaço para a chegada da Variant II... Em 74, o volante, a padronagem dos bancos, e a manivela do vidro mudaram, as calotas cromadas viraram copinhos (pra toda a linha), e a grade traseira passou a ser a do Brasilia... Em 75, ganhou outro painel, as lanternas traseiras passaram a ser bicolores (antes tricolores), perdeu o logo VW 1600 da tampa traseira, e a haste dos limpadores do para brisa passaram a ser pretas, entre outros pequenos detalhes (o TL sai de linha oficialmente nesse ano, mas é possível encontrar alguns restos de estoque emplacados como 76).

Em 76 ganha a trava do encosto do banco e novo apoio de braço das portas... Em 77, ultimo ano, perdeu os bigodinhos da frente e o logotipo VW dianteiro passa a ser de plástico...
Quanto as cores, são praticamente as mesmas do Fusca de mesmo ano, mas a partir de 72, Variant/TL, SP2 E TC tiveram curiosas cores metálicas, como o prata, marrom, verde e azul (alem de um vermelho que parecia meio rosa), bem raras por sinal.


Lançada em 1977, a segunda geração da Variant foi um produto exclusivamente brasileiro. Durou apenas três anos no mercado, mas ficou marcado como o mais evoluído derivado do VW Fusca - principalmente no que se refere aos aspectos técnicos.
A começar pela suspensão dianteira, que utilizava o moderno sistema McPherson, substituíndo o tradicional corpo de eixo duplo com com feixes de lâmina de torção e braços arrastados superpostos, adotado em toda a linha VW a ar. Na traseira, mantiveram-se as barras de torção, mas a geometria mudou totalmente, saindo o envelhecido semi-eixo oscilante para dar lugar ao mais eficiente braço semi-arrastado. O "facão" continuou, mas apenas como elemento de ligação de cada braço à sua barra de torção.
Outra novidade era a nova distância entreeixos, aumentada em 9,5 centímetros. mesmo assim, a Variant II era apenas 1,5 centímetros mais longa que a primeira geração do modelo. Porém, devido aos balanços mais curtos, bem como a maior área envidraçada de suas linhas retas e angulosas (típicas da época, inspiradas no VW Brasília e no VW Passat), a "nova" Variant passava a sensação de ser consideravelmente maior se comparada ao modelo que sucedeu.

domingo, 16 de outubro de 2011

Fusca 1300GL

 Lançado oficialmente em Novembro de 1981 como modelo 1982, a versão 1300 GL teve uma passagem relâmpago no Brasil. Chegou sem aviso e desapareceu do mesmo jeito.

Sua produção bastante limitada não chegou nem mesmo ao final de 1982.


Essa versão quase anônima do Fusca saía de fábrica com equipamentos como desembaçador traseiro, vidros verdes, acendedor de cigarros, relógio, sistema de ar quente,carpetes em bucle, bancos dianteiros com encosto de cabeça, tampa do tanque de combustivo com chave e cromada, vidros traseiros basculantes e borrachão nos para-choques

terça-feira, 4 de outubro de 2011

História do VW Brasília

O Brasília foi um automóvel produzido de 1973 até 1982 pela Volkswagen do Brasil. Foi projetado para aliar a robustez do Volkswagen Fusca, um carro consagrado no mercado, com o conforto de um automóvel com maior espaço interno e desenho mais contemporâneo. Era uma carro pequeno, de linhas retas e grande área envidraçada. Esse nome é uma homenagem ao então moderníssima cidade do Distrito Federal, fundada 13 anos antes com o mesmo nome.
O design da Brasília foi concebido por Marcio Piancastelli com o objetivo inicial de projetar um carro confortável, pequeno por fora, espaçoso por dentro e que possuísse grandes janelas. Havia uma expectativa que a Brasília pudesse substituir o Fusca, de fato isso não aconteceu. O projeto da Brasília teve influências de carros como o Fusca e o Karmann-Ghia.
O Brasília também teve uma versão de 4 portas (na Europa conta-se a porta traseira, então "5 portas") que, em 1974, foi o primeiro "hatchback" genuíno nacional com essa configuração. Foi exportado para países como Filipinas, Nigéria e para a Europa (Portugal). Mesmo sendo produzido no Brasil, esse modelo só passou a ser comercializado no mercado brasileiro em 1978, onde foi utilizada principalmente como táxi, devido à rejeição dos brasileiros na época aos carros de 4 portas. O México foi o único país além do Brasil a fabricar o Brasília, mas somente na versão de duas portas.

O novo Volkswagen deveria ser prático e econômico para uso nos centros urbanos, oferecendo mais espaço e mantendo a consagrada robustez do Fusca. Após muitos quilômetros de testes, era apresentado ao público, em 1973, o Brasília. Esse foi um ano de grandes lançamentos da a indústria automobilística brasileira: juntos com ele chegaram o Chevette da GM, o Dodge 1800 da Chrysler e o Maverick da Ford.Até então, quando era descoberto nas estradas do País fazendo os últimos acertos (saiu até tiro, veja boxe), a imprensa tratava-o como "miniperua VW", "míni-Variant" e "anti-Chevette". Mas o Brasília tinha linhas mais modernas e retas que as da Variant e ampla área envidraçada, resultando numa ótima visibilidade em todas as direções. A rivalidade com a GM ficava evidente na declaração de um diretor de vendas da Volkswagen: "Ninguém sabe como nós trabalhamos para fazer coincidir seu lançamento com o do Chevette".

O Brasília foi um carro muito popular no mercado brasileiro. Apesar de sua base mecânica ser a mesma do Fusca, um carro anacrônico já naquela época, o projeto era muito elogiado por suas linhas elegantes e por sua qualidade de construção e durabilidade. O sucesso do Brasília inclusive inspirou a criação da versão "mais moderna" da Variant, a Variant II, em 1975. Apesar disso, a Volkswagen do Brasil sabia que não poderia continuar por muito tempo fiando-se na linha "à ar" para se manter no mercado. No mesmo ano, inspirada pelo sucesso das vendas do Golf na Europa, a Volkswagen chegou a cogitar instalar a mecânica do Passat no Brasília.[2] Se levado a cabo, o projeto geraria o primeiro carro diretamente derivado do Fusca a se tornar parte da nova linha "refrigerada à água" da marca. Entretanto, a Volkswagen do Brasil optou por "refazer" o Brasília em outro modelo influenciado pelo Golf, colocando o tradicional motor refrigerado a ar à frente: o Gol de primeira geração (família BX). Especula-se que os projetistas da Volkswagen inspiraram-se em parte no desenho do Brasília ao projetar o hatchback, no final da década de 70. Quando lançado, em 1980, o Gol não competia diretamente com o Brasília, uma vez que possuía um motor menos potente (o mesmo boxer, porém com 1300cc). Porém, ao lançar o Gol 1600cc em 1981, a Volkswagen decretou o fim do Brasília, uma vez que temia que o modelo antigo tirasse uma fatia do mercado do novo projeto. Mesmo muitos anos depois de ter sido descontinuado, é um carro comum nas ruas do Brasil, principalmente no interior e nas periferias das grandes cidades. Embora devido ao seu grande volume de produção o carro não tenha atingido o status de "clássico", um modelo bem conservado já atinge boa cotação no mercado de usados.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Fusca 1600s




Como opção esportiva para os jovens, o Volkswagen 1600 s, o Super Fuscão, lançado em 74, já saiu envenenado de fábrica. Tem motor de linha preparado com dupla carburação e um painel sofisticado composto de conta-giros, medidor de temperatura do óleo, amperímetro e relógio de horas, além dos marcadores comuns (velocímetro e medidor de gasolina). O que mais surpreendeu, é o seu desempenho; em 16,5 segundos e Super-Fuscão atinge 100 Km/h. Além disso, para um motor com esse rendimento, o consumo 11,9 km/litro em velocidade constante de 80 Km/h é elogiável.

Na parte mecânica, o sedã da Volkswagen, tem vários pontos em comum com o Brasília, como o comando único movido por engrenagens e três mancais na árvore de manivelas, e a relação de compressão do motor de 7,2:1. No entanto, seu motor possui 5 HP a mais do que o da Brasília, o que lhe permite velocidade máxima média de 135,6 Km/h.

Esse índice superior aos que foram alcançados com a Brasília e o VW Sedan 1500 na mesma medição e condições semelhantes. Seu motor, com deslocamento volumétrico de 1584 cc, possui boa elasticidade, como ficou demonstrado no teste: acelerando de quarta marcha, a partir dos 40 Km/h, ele chegou a 100 Km/h em 25,7 segundos. O acabamento interno e o conforto do Super-Fuscão são outro ponto que o distingue, de maneira mais acentuada, dos sedãs da VW. O assoalho é forrado com carpete, tornando - o mais confortável, e os bancos dianteiros, anatômicos, são reclináveis até o nível dos assentos traseiros, permitindo maior número de posições e melhor localização do motorista do que no Volks 1500.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Vw - a primeira Kombi (Brasil)




A Primeira Kombi foi fabricada em 02 de Setembro de 1957, na recem construída Volkswagen em São Bernardo do Campo-SP, e portanto sendo considerado este o primeiro produto Vw brasileiro, embora com um item de 50% de peças nacionais caminhava para atingir a sua totalidade em nacionalização.


Nos idos dos anos 60 a Volkswagen distribuía uma revista interna denominada "Familia VW"para seus funcionários e em uma destas matérias mostrou o destino que seguiu a primeira Kombi, primeiramente comprada para uso em trabalho árduo em uma fazenda chamada Tipiti no Rio de Janeiro e depois como carro de transporte de uma oficina de refrigeração da Consul, e em 1961 foi vendida em uma agência de usados como um veículo qualquer para um terceiro dono que mal sabia do valor histórico desta Kombi, mas mesmo assim sofreu varias alterações que mudaram a cor original de verde para verde e cinza e a pior foi a colocação de seis portas: três de cada lado e é possível notar o estribo do lado direito abaixo da porta incluída e também frisos que são de origem do modelo luxo, isto tudo para fazer lotação. 


Mas como diz a matéria escrita na revista: "recorde é rotina", e muitas se seguiram depois da primeira Kombi e infelizmente não se teve mais noticias desta Kombi: "a numero 1".



Agora podemos nos perguntar:
-O por que não poderia ter ocorrido um interesse de a própria fabrica adquirir um veículo histórico deste como foi o caso da "numero 1" para a posterioridade?
-E por que a Kombi foi o primeiro produto Vw e não Fusca que era seu "carro chefe"?
Quanto a primeira pergunta prefiro não comentar, mas a segunda talvez seria por que a linha do Fusca não estivesse pronta em 1957 , pois a linha de produção da Kombi era bem menor que este e mais simples de mudar e talvez também que ocorreria uma grande mudança a partir de Agosto de 1957 quando então o Fusca perdeu a janela oval e a fabrica aquí estava esperando por estas "novidades" da matriz alemã e inauguraria a linha somente em 3 de janeiro de 1959 e oficialmente em 18 de novembro deste mesmo ano. E curiosamente não encontramos Fuscas 1958...

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

História do Karmann Ghia

Que o Karmann Ghia é um dos sonhos de consumo de quase todos os amantes de VWs Air Cooled, isso ninguém dúvida, mas você que admira esse belo carro conhece a história desse modelo?
Segue abaixo um pequeno resumo contando a história desse modelo no Brasil.

No ano de 1962, apenas três anos depois da fabricação do primeiro Fusca no Brasil, inicia-se a fabricação do Karmann Ghia (tipo 14) com motor de 1200 cm3, com as mesmas características do modelo original alemão, o modelo brasileiro tinha pára-choques diferentes e pára-lamas com pequenas alterações. A VW do Brasil produzia o chassis e os componentes mecânicos e a Karmann Ghia do Brasil fabricava a carroceria e realizava a montagem e o acabamento. Em seguida o veículo retornava à VW que era a responsável pelas vendas e assistência técnica.
Karmann Ghia 1962 com motor 1200

De linhas afiladas e penetrantes e altura reduzida, o carro atingia, com mecânica idêntica à do Fusca, 118 km/h e 9,1 km/litro na cidade (em condições normais). Como o Fusca, o Karmann Ghia apresentava baixa aceleração (mais de 30 segundos de 0 a 100 km/h), mas tinha muito mais estabilidade. No ano de 1967 o KG passou a utilizar o motor de 1500 cm3.

Em janeiro de 1968 é lançado o Karmann Ghia conversível. Somente foram produzidas 177 unidades.
Karmann Ghia conversível de 1968

No ano de 1970 o KG passou a ser equipado com motor 1600 cm3, vidros traseiros com abertura regulável e luzes traseiras maiores, novas rodas e para-choques.
KG de 1970

Em 3 de agosto de 1970 é lançado o novo Karmann Ghia TC (Touring Coupé), com modelo desenhado no Brasil. Tinha motor de 1600 cm3, igual ao utilizado no Variant.
Karmann Ghia TC de 1970

No ano de 1972 encerra-se a fabricação do Karmann Ghia e no ano de 1975 encerra-se a fabricação do Karmann Ghia TC.

Quatro diferentes versões do Karmann Ghia, outro modelo com que a VW tentou conquistar o mercado de verículos esportivos: no alto, à esquerda, a versão de 1964, e à direita o modelo KG Conversível de 1968; acima à esquerda o KG 1969 e à direita o modelo TC de 1975