terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Thomas, um Fusca Elétrico Feito no Brasil


Um grupo de estudantes da Universidade Tecnológica do Paraná fez com 
que um simpático Fusca 1982 se tornasse um legítimo representante da 
classe dos veículos ecológicos 
ao trocar seu antigo motor à combustão interna por uma moderna 
unidade abastecida por energia elétrica.
Batizado de EcoFusca – ou Thomas, como é carinhosamente chamado pelos 
seus criadores Bruno Masaharu Shimada, Danilo Yamazaki, 
Diego Francisco de Carvalho Rodrigues, Fernando Luiz Buzutti e 
Marcelo Shinji Otsuka, o carrinho foi o fruto de um projeto que 
começou no último mês de março e 
que resultou em sua apresentação “oficial” durante a última 
edição da Semana Nacional de Ciências, 
que aconteceu entre os dias 17 e 23 desse mês.


Apesar do tempo relativamente curto para sua execução, os jovens afirmam 
que os primeiros esboços surgiram na década de 80, quando o 
engenheiro elétrico  londrinense Jilo Yamazaki 
projetou um veículo que dispensava o uso de 
combustíveis fósseis para se locomover. Este projeto foi usado 
como referência para a adaptação do Fusca.
O característico motor de 1.6 litro refrigerado à ar que desenvolvia 
cerca de 50 cv de potência deu lugar a uma unidade elétrica, 
produzida no Brasil, que tem módicos 15 cv a sua disposição.
Como os motores elétricos dispõem de 100% de seu torque desde 0 rpm, 
os estudantes dizem que Thomas é capaz de se locomover em trajetos 
urbanos com até mais disposição do que um Fusca comum. 
Mas questões de segurança fizeram com que o grupo 
limitasse sua velocidade  máxima a apenas 60 km/h, 
“suficiente para trajetos na cidade”.


A energia usada para abastecer Thomas vem de 25 baterias de chumbo-ácido 
(do tipo comum, usadas em automóveis), instaladas no lugar de seu banco traseiro 
e debaixo do capô dianteiro, onde costumava ficar seu tanque de combustível. 
”O alto custo das baterias de íons de lítio as inviabilizaram no momento” 
afirmou Marcelo Shinji ao TB.
Por conta desta limitação, o EcoFusca tem autonomia de 60 quilômetros 
e seu tempo de recarga é de 8 horas. Só para comparar, as modernas 
baterias de ions de lítio do Mitsubishi iMiev oferecem 160 km 
de autonomia, com tempo de recarga de 14 horas em uma tomada de 
110V ou 7 horas em 220V (com 80% de sua capacidade em menos de 1h).
A adaptação de Thomas para eletricidade custou cerca de R$ 25 mil 
e seu custo por quilômetro rodado é de R$ 0,07, contra R$ 0,26 
em um carro comum.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Fusca Roubado



FUSCA ROUBADO EM NOVA PRATA!!!!!!!!!! PLACA MAD 5087
ROUBADO EM FRENTE À FÁBRICA 1 DA VIPAL. QUALQUER NOTÍCIA - carlospalombini@hotmail.com

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Foto do dia


Kombi brasileira passa a ser vendida na Europa


A Kombi é o modelo mais antigo da Volkswagen fabricado no Brasil. Começou a ser montado em São Bernando do Campo (SP), em 1957, com motor 1.2 litro, refrigerado a ar e sistema elétrico de 6 volts. Continua sendo feito até hoje na mesma linha de montagem paulista. Mas, comas novas normas que entrarão em vigor a partir de 2014, que obrigaa instalação de freios ABS e duplo airbag em todos os modelos nacionais, a perua corre o risco de ter uma grande despedida, assim como aconteceu com o Fusca no México, em 2003.



Porém, antes do adeus, a"Velha Senhora" volta a ser exportada para a Europa, primeiramente para a Holanda, onde recebe uma preparação caprichada para camping. Vem com sofá, mesa, geladeira, pia de aço inoxidável, fogão de duas bocas, teto rebatível, porta-estepe, rack e rodas de liga leve, entre outros acessórios e equipamentos. Tem o mesmo motor oferecido no Brasil, o 1.4 de 80 cavalos. Mas ao invésde custar os R$ 48.850, conforme a tabela da marca alemã praticadano mercado brasileiro, o carro está cotado entre 32.425 euros (algo em torno de R$ 77.628) e 77.190 euros (aproximadamente R$ 134 mil). Que chique, não?




sábado, 10 de dezembro de 2011

2° Encontro de Fuscas e Derivados em Estação

É isso aí galera, a segunda edição do encontro de Fuscas e Derivados em Estação, já tem data  e local definido. Será nos dias 25 e 26 de Fevereiro de 2012, no Parque da Lagoa (local ainda sujeito a alteração).
Convidamos todos os proprietários de Fuscas e Derivados pra participarem desses dois dias de evento.
Venha e traga seu VW.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Diferenças entre Fusca 1300 e 1300L


Em 1975 a Volkswagen Lançou o Fusca 1300l que seria então a versão Luxo do até então Fusquinha 1300. ficando então a familia completa, o fusquinha 1300, o fusca 1300l, o fuscão 1500 e o super fuscão 1600 sendo assim referenciados até hoje.
Mas quais as diferenças do 1300L (luxo) e o 1300 (conhecido como standart ou somente STD) ? Diferente de que muita gente acredita a motorização e Caixa não tinham nenhuma diferença, sendo assim quando você vir algum anuncio informando “motor 1300L” é apenas um engano do anunciante ou então pura falta de conhecimento.
As diferenças se rexumiam em muitos detalhes estéticos, um detalhe estrutural e a possibilidade de poder escolher alguns opcionais de fábrica para a versão 1300L coisa que a versão 1300 std não permitia. Basicamente o que a Volkswagen fez foi criar um Fusca 1300 com alguns itens que só existiam no 1500.
Muitos Fuscas 1300 STD, eram vendidos para integrar frotas de empresas particulares ou instuições públicas, visto que nesses casos o Luxo era desnecessário e se acabavam economizando alguns cruzeiros comprando um STD.
Vamos então ver as diferenças estéticas.
Frente do Fusca STD 77
Fusca 1300

Frisos

No Fusca 1300L o padrão de frisos externos seguia igual ao Fusca 1500, frisos no estribo, nas laterais (de paralama a outro passando pela porta), nos vidros laterais, nas janelas, vigia traseira e parabrisa, friso no centro do porta malas (capô). Já nos fusquinhas, (1300 std) eles não possuiam os frisos dos estribos e o friso central do capô, os outros eram como no 1300L.

Piscas

Os Piscas dianteiros tinham a mesma lente, porém as capas destes eram cromadas nos fuscas 1300L e pintadas na cor do carro nos 1300 std.
Fusca 1300L
Fusca 1300L

Lanternas

As lanternas do Fuscas1300L seguiam o padrão do Fusca 1500, lanterna Pata de Cavalo com 3 lampadas ( seta, freio/lanterna, ré) as lanternas eram bicolores sendo a seta e freio/lanterna na cor vermelha e a ré na cor branca. Já no Fusca 1300 as lanternas seguiam o padrão do antigo fusca 1300 desde a década de 60, com apenas seta e freio/lanterna e era totalmente vermelha.

Tampa do Motor

A tampa do motor no Fusca 1300 continuou fechada como era antes, porém a tampa do motor do fusca 1300L ficou aletada como no fuscão com 28 aletas.
Painel Fusca
Painel Fusquinha STD

Parachoque

Um mínimo detalhe nos para-choques, a fita preta, sim, ela é considerada luxo por incrível que pareça, então no Fusca 1300L os para-choques vinham com a fita preta já no Fusca 1300 std vinha sem.

Painel

No interior a diferença é mais visivel, o Painel do Fusca 1300L vinha com uma capa de vinil preto, já o Fusquinha não tinha tal capa tendo o painel com a lata amostra na cor do carro.
Ainda no painel o aro do velocímetro e o aro do marcador de combustível  era cromado nos Fuscas 1300L  já nos STD´s os aros eram pintados na cor cinza.
interior fusca 1300l
Interior 1300l

Bancos

Embora possuisem a mesma estrutura em ambas as versões o tecido tinha lá suas diferenças, em cada ano a Volkswagen alterou o tecido de ambas as versões mas pode-se tirar um padrão a grosso modo. Normalmente o tecido do banco do fusca STD era o tecido do Fusca 1300l do ano anterior e sem detalhes, como costura eletronica por exemplo. Então basicamente o que sobrasse do ano anterior de tecido dos 1300L iam encapar os bancos dos STD do ano corrente.

Pivo e o Embuchameto da Suspensão do Fusca
Pivo / Embuchamento

Suspensão

Aqui está na minha opinião a maior diferença entre os 1300L e os 1300, a suspensão dianteira, no caso o que ocorreu foi o seguinte o Fusca 1300L ganhou a suspensão do Fuscão (1500) a suspensão por Pivô, que é realmente uma versão melhorada da antiga suspensão por embuchamento dos antigos fuscas.
Como as suspensões são diferentes o Cabeçote (conhecido também por Cabeça de porco) também é diferente entre os modelos, pois as furações são diferentes.

Opcionais

Na versão 1300L existiam alguns opcionais que se podia escolher quando se encomendava um carro zero Km na concessionária, entre eles tecidos em cores diferentes para os bancos e portas. Acredito que em alguns anos mais a frente pode-se escolher um forro para o assoalho entre outras coisas. Além disso como os 1300L vinhão com suspensão a pivô , podia se escolher freio a disco na dianteira. O que é uma maravilha.
Já nos STD não se tinha escolha alguma, nem nos freios que sempre vinham com tambor nas 4 rodas.
Acredito que haja mais alguns detalhes mínimos e específicos de cada ano mas estas são as principais diferenças entre o Fusca 1300L e o Fusca 1300 (Std).

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

9 motivos para comprar um Fusca


Uma coisa que eu não entendo é porque meus parentes e amigos ainda e espantam quando descobrem que meu único carro é um fusquinha, bem por mim eu teria um outro carro, uma kombi 74 ou uma variant 70. Mas a indignação deles é porque eu não compro um carro novo, não necessariamente zero quilometro mas um carro com 3 anos de uso por exemplo. Bem é muito simples , eu não me vejo dirigindo um carro novo e listei abaixo 9 motivos que podem mostrar facilmente o porque os antigo-mobilistas não curtem muito os chamados “plastimóveis”.

1º Motivo para se ter um fusca – Custo Benefício
comprar fusa

Começo pelo motivo mais óbvio, custo benefício, é mais barato ter um carro antigo ou um carro novo, no caso um fusca. É muito mais em conta, porém com algumas resalvas. Não é qualquer fusca que tem manutenção barata. Um Fusca da década de 50 com motor e caixa original pode trazer alguma dor de cabeça na hora da retifica ou manutenção, já modelos mais recentes como de 70 são bem mais simples. E o custo de um fusca é bem menor que um outro carro mais novo, em geral.
Exemplo: Um Fusca que custa uns R$ 6mil com certeza está em melhores condições que um Uno no mesmo valor.
Outra comparação é saber que esse fusca de 6 mil vai a qualquer lugar que um Carro Zero de R$ 30 mil vai.
2º Motivo para se ter um fusca - Relativa economia.
comprar fusca - economico
O fusca nunca foi o carro mais econômico do mercado, nem em seu tempo, pode ser que por algum momento onde a importação estava proibida ou quando teve a crise do petróleo, o fusca tenha sido a melhor opção de carro econômico. Hoje temos carros novos que com alta tecnologia e injeção eletrônica fazem mágica com o combustível, mas mesmo assim um fusquinha 1300 bem regulado pode andar bem e gastar pouco combustivel.
Resumindo o Fusca pode não ser o carro mais econômico, mas também não é o mais beberrão.

3º Motivo para se ter um fusca – Velocidade Reduzida
comprar fusca - baixa velocidade

Até um certo ponto de customização e regulagem um fusquinha mantém uma velocidade muito segura, ainda mais se o proprietário quiser mantê-lo o mais original possível. Passar de 110km/h em um 1300 é tarefa difícil e se levar em conta os pneus originais, dificilmente o motorista vai se aventurar em “alta” velocidade, isso pode ser um fator positivo, raramente se vê um fusca acidentado por excesso de velocidade, e convenhamos para que pressa?
Muitos Fuscas são até muito potentes, um 1600 por exemplo é um canhão, mas com o carinho que você terá pelo carro dificilmente irá colocá-lo em situações de risco.

4º Motivo para se ter um fusca - Teste de Namorada e Amigos
comprar fusca - namorada

Esse benefício é um tanto incomum, mas veja bem. Se você for um fusqueiro solteiro provavelmente quando começar um relacionamento será colocado a prova, piadinhas e insinuações viram a respeito do fusca. Até chegar ao ponto da celebre frase ” ou o fusca ou eu ! “. Graças ao fusca você poderá testar a tolerância da sua namorada antes de se aventurar por um relacionamento mais sério. Por outro lado se sua Namorada gostar muito do fusca e acabar querendo comprar um só pra ela, case-se logo rsrs.
Quanto aos amigos é o seguinte, experimente estacionar o fusca próximo a uma roda de amigos, comece pelos comentários que farão respeito do carro e termine a amizade com aquele que se apoiar no capô e colocar o pé no pára-choque.

5º Motivo para se ter um fusca - Manutenção
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Totalmente ligado ao item custo benefício, a dificuldade de manutenção de um fusca, ou carro antigo qualquer, está proporcionalmente ligada a sua idade e popularidade.
A popularidade do Fusca é indiscutível, porém muitos fuscas foram maltratados com o passar dos anos, então existe muito mercado para mecânico, mesmo assim o fusca ainda possui uma manutenção relativamente barata. Um serviço prestado em um carro novo mesmo que seja simples pode ser mais caro que um serviço feito em um carro de tecnologia antiga, o item Especialização não aparece na nota fiscal de um serviço feito em um Fusca. Qualquer um sabe fazer um serviço no fusca. A única ressalva é justamente essa: qualquer um “sabe” fazer um serviço no fusca. Está cada vez mais difícil encontrar quem tope fazer um serviço no fusca, ou ainda, um que saiba realmente fazer.

6º Motivo para se ter um fusca - Ser reconhecido
comprar fusca reconhecido

As vezes não é um beneficio, mas ter um fusca bem inteiro, reluzente e que chama atenção facilita ser reconhecido, eu mesmo toda semana encontro alguém que me viu em um determinado lugar, graças ao carro. Encontrar amigos ou ser encontrado pode render uma boa conversa e até mesmo uma carona em dias difíceis.  Mas cuidado com saidas de motel sempre tem alguém olhando rsrsrs

7º Motivo para se ter um fusca - Ser a Alegria das crianças
comprar fusca Crianaças

Por mais de uma vez temos esse prazer, resgatando a infância que tivemos mas inocente que as de hoje, crianças acenam de dentro do ônibus, das calçadas e até de dentro do C4 Pallas do pai. “olha mamãe que fusquinha bonito!” .
Isso realmente não tem preço, e se você responder de volta com uma buzinadinha e um aceno a criançada retribui com um sorriso espantado no rosto. Plantar o gosto dos fusquinhas nas crianças nos faz querer que elas sejam adultos mais saciáveis e menos inconseqüentes que alguns adolescentes que estampam a primeira página dos jornais.

8º Motivo para se ter um fusca - Se sentir parte da História
comprar fusca história

Quando você compra seu primeiro fusca não espera o que vem em seguida. Se você cair de cabeça nesse mundo vai conhecer um carrinho bem simpático que fez parte da história mundial e da nossa história nacional. Conhecer varias curiosidades onde o fusca esteve envolvido e se quiser ir mais fundo vai acabar querendo saber mais do ano de fabricação do seu fusca, um dia você vai se ver folheando revistas de época e escutando musicas antigas.  Como conhecimento nunca é demais, você vai ver que aprender sobre o passado é muito bom, nos trazendo uma grande nostalgia, e se você assim como eu não viveu há 50, 40 anos vai experimentar um sentimento de saudade do que não teve. Ao tentar resgatar esse passado de civilidade, convivência e respeito ao próximo, seria viagem minha pensar que isso nos faz ser pessoas melhores a cada dia?

9º Motivo para se ter um fusca - Fazer Amigos 
fazer amigos
Você não iria lá falar com ele?

Sem dúvida o melhor de todos os motivos para se ter um Fusca. Se você não gosta de fazer amigos não compre um fusca, ande de carro zero com película nos vidros. Não tem como explicar isso, apenas tendo um fusca para saber. Posso enumerar dezenas de ocasiões próprias onde acabei criando amigos e que sem o fusca não seria possível.
Todo santo dia que você usar seu fusca terá a oportunidade de fazer amigos novos, bater um bom papo, ajudar ou ser ajudado por alguém. Basta está aberto a novas amizades.
Pode ser do sujeito que vem querendo comprar seu carro;
pode ser da senhora que diz ter um igual a 20 anos;
pode ser do senhor que nunca viu na vida mas te pega pelo braço para mostrar o fusca dele;
pode vir do fusqueiro enrascado parado no acostamento que você parou para ajudar;
pode ser daquele que parou para te ajudar;
pode ser até daquele parente distante que ficou próximo, pois ele também tem um fusca;
e pode ser daquele sujeito do outro lado do pais que você conheceu pela internet que tem um fusca igual ao seu e tem uma peça sobrando e faz questão de te enviar por sedex pois você precisa muito dela.

Enfim, a meu ver fazer amigos é o maior motivo para se ter um fusca, seja ele original, mexido, zero bala ou caindo aos pedaços, fusca é ímã de amigos.
Deixe seu comentário e nos diga o porque você tem seu fusca, coloque o seu Motivo, esses 9 sãos os meus.
abraços a todos!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Ele ta de volta

 Quem esteve presente no Encontro em Marau, deve estar lembrado que o Fusca do Douglas resolveu ficar manhoso e não quis vir pra casa rodando.
Resolvido o problema do transporte do mesmo até Estação, faltava resolver o problema do Fusca, foram longos e impacientes 3 meses, até conseguir grana pra consertá-lo.
Mas nesse fim de semana, os olhos de seu proprietário voltaram a brilhar ao ver seu amarelão roncando denovo.
O "Coração" do Fusca ja montado
Aguardando o Motor

Chegando em casa denovo
c
A alegria foi tanta que o Fusca recebeu até novo faróis...kkkkkkkk

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Rally Velocidade Estação

No último sábado (12), aconteceu em Estação a última etapa do Campeonato Gaúcho de Rally Velocidade, e nós dos Fuskeiros de Estação, estivemos prestigiando esse evento, segue abaixo alguma imagens do Rally.
 
Na oportunidade, tivemos o prazer de conhece os amigos do Auto Esporte Clube de Erechim, uma galera bem humorada e gente boa, onde um deles é proprietário da VW Brasilia 79 abaixo.
Fuskeiros de Estação e a Galera do AECE (Auto Esporte Clube de Erechim).

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Estação recebe etapa decisiva do Gaúcho de Rally Velocidade

 Fusca do Beloni Brandão


Vem ai mais uma etapa do Campeonato Gaúcho de Rali de Velocidade que promete fortes emoções do início ao fim. A cidade de Estação, no norte do estado, receberá a quarta e última etapa da temporada 2011 e terá como ingrediente principal, a definição dos campeões nas quatro categorias em disputa.
Mais de 15 carros devem alinhar no grid de largada para a prova de Estação. Everton Batistela, organizador da prova destaca que a expectativa dos organizadores é muito boa para este rali. “Para nós é um privilégio chegarmos ao término de um campeonato que por si só já é sucesso, e ainda mais com a disputa por títulos em todas as categorias”, destaca Batistela.
Para ele, o fato de decidir todos os campeões da temporada aumenta a importância e a responsabilidade dos organizadores nesta prova. “Estamos trabalhando há pelo menos 60 dias na organização desta etapa que tem tanta importância como qualquer outra, mas com um gostinho à mais, esta irá ser a decisiva para todas as categorias”, enfatiza Batistela.
E os competidores vão encontrar algumas novidades na corrida deste ano. “Em virtude de ser tão decisiva, optamos por alterar algumas especiais (trechos cronometrados), para que ninguém tenha privilégios, as especiais estão sendo guardadas à sete chaves, para que a disputa seja limpa”, aponta Batistela.
Projeto Maxi Rally
A América do Sul vai testando uma novidade no rali de velocidade, que é o projeto Maxi Rally, desenvolvido por uma empresa na Argentina. Nele, carros de rua conhecidos do público, ganham tração nas quatro rodas e muita potência, ficando ao mesmo nível dos carros conhecidos da categoria Classe 3.
Em Estação, estará competindo o primeiro carro deste novo modelo de veículos, com um piloto brasileiro. O gaúcho Alexandre Figueiredo vai estrear sem VW Gol Maxi Rally em Estação. “Esta é uma expectativa à parte. Por se tratar de um projeto importante para o rali de velocidade, esperamos uma grande prova no sábado”, encerra Everton Batistela.
Títulos em disputa
O Campeonato Gaúcho de Rali de Velocidade está dividido em quatro categorias: Classe 3 (carros de tração 4x4), Classe 9 (carros de 4x2 e motor até 1,6 litros), Super A (carros de tração 4x2, motores de 1,6 litros e maior preparação) e a Clássicos, uma categoria especial disputada apenas no certame estadual.
Na Classe 3, Juliano Sartori/Rafael Sartori disputam o título contra Milton Pagliosa/André Pagliosa. Já na Super A, Marcelo Mendes/Evelise Pandolfo lideram a temporada,mas ainda tem disputa contra Julio Romi/Eduardo Tonial.
Na Classe 9, o título entre os pilotos está muito próximo de José Barros Neto. Maicon Soares e Vanderlei Carminatti tem remotas chances da conquista. Entre os navegadores, Robson Giacomel lidera, mas Emilia Abadia ainda pode lhe ultrapassar.
Na categoria Clássicos, Daniel barros está próximo do bicampeonato. Mas Lauro Rossler ainda briga pelo título. Entre os navegadores, Jeferson Pinheiro, Gustavo Carlosso e Rodrigo Teimer ainda estão na disputa pelo primeiro lugar.

PROGRAMA DO RALI
Sexta-Feira - 11 de Novembro de 2011
17h00min - Encerramento das Inscrições para todos os Campeonatos
17h00min - Abertura para a Instalação do Parque de Assistência/Apoio
17h00min - Abertura Secretaria Vistoria Administrativa
17h30min - Abertura da Verificação Técnica e de Segurança
19h00min - Fechamento Secretaria Vistoria Administrativa e Técnica
19h30min - Seminário Rally Gaúcho 2012 - Clubes e Competidores
Sábado - 12 de Novembro de 2011
07h30min - Abertura para a Instalação do Parque de Assistência/Apoio
08h00min - Abertura Secretaria Vistoria Administrativa
08h00min - Inicio da Verificação Técnica e de Segurança
08h30min - Abertura Reconhecimento Trechos Especiais
10h30min - Encerramento da Verificação Técnica e de Segurança
11h00min - Reunião dos Comissários Desportivos e Técnicos
12h00min - Encerramento Reconhecimento Trechos Especiais
13h00min - Saída Primeiro Carro do Parque de Apoio
18h30min - Reunião dos Comissários Desportivos e Técnicos
20h30min - Jantar de Confraternização e Premiação

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Vende-se

Vende-se Fusca ano 1976 
em excelente estado
Interessados tratar no e-mail: 105245@upf.br  com Andersom Moy



sábado, 29 de outubro de 2011

História do VW SP1/SP2

A série SP foi uma série de carros esporte desenvolvidos pela Volkswagen do Brasil para o mercado interno, de 1972 a 1976; o nome supostamente é um acrônimo para São Paulo (outras fontes atribuem a sigla à Special Project ou Sport Prototype).
Nos anos 70 o mercado brasileiro estava fechado a importações. Os únicos carros esporte oficialmente feitos aqui eram o Karmann Ghia e seu sucessor, Karmann Ghia TC. Apenas fabricantes independentes atingiram algum sucesso, notavelmente o Puma

 A subsidiária da Volkswagen no Brasil sempre gozou de uma certa independência da matriz alemã, graças entre outras coisas à presidência de Rudolf Leiding (que seria futuramente presidente da matriz). Em 1969 ele deu partida em um projeto independente, totalmente feito no país, para um carro esportivo de carroceria leve. Uma equipe liderada pelo engenheiro Senor Schiemann iniciou o que chamaram de Projeto X, e apresentaram o protótipo (executado por José Vicente Novita Martins, Marcio Piancastelli e Jorge Yamashita Oba) na Feira da Indústria Alemã em março de 1971. Mas levaria ainda mais um ano até que o carro ganhasse as ruas.

O SP, nome final do carro, foi construído na plataforma da Variant, oferecido com o mesmo motor boxer de 1600cc, versão chamada de SP1, ou com um motor 1700cc, chamado de SP2. Este último desenvolvia 75cv, 160Km/h e fazia 10 km com um litro, e foi a versão que prevaleceu no mercado.
Quando o carro foi apresentado, rapidamente atraiu a atenção da mídia especializada. Possuía um interior requintado, um acabamento de alto nível e muitas outras melhorias em relação a linha VW a ar da época (superior inclusive ao outro "esportivo" da Volkswagen na época, o Karmann Ghia TC).
O SP1 logo saiu de linha, já na época do lançamento. Com sua baixa performance (apenas 65 cv em um motor 1600), ele não agradou.
Esse problema viria assombrar o SP2 também. Na verdade, uma piada maldosa da época dizia que a sigla "SP" significava "Sem Potência"

 
Logo ficou claro que o carro, apesar de seu notável design, não conseguiria derrotar o Puma na performance. Embora eles usassem um motor similar, o Puma era feito em fibra de vidro, muito muito mais leve do que o aço empregado no SP2. Isso, evidentemente, refletiu-se nas vendas, assim como o próprio anacronismo do motor à ar na época. O preço do carro, empurrado para cima devido à produção em pequena escala, também não ajudava (pelo preço do carro se comprava dois Fuscas 1300 na época). Assim, o carro saiu de linha em 1976.
Com um total de 10.207 unidades fabricadas (670 deles exportados para a Europa), o carro agora é valorizado como um item de colecionador e os preços de um exemplar bem preservado podem ser bem altos.

domingo, 23 de outubro de 2011

Historia da VW Variant



A Variant foi lançada em 69, com a frente alta com faróis quadrados (iguais aos do Zé do Caixão, lançado em 68), lanternas traseiras fininhas, e o quebra vento na lateral do vidro traseiro... Este modelo ganhou uma pequena ''pincelada'' no segundo semestre de 70, com o lançamento do TL, e a única diferença foi à adoção do conjunto ótico do TL (faróis duplos redondos), e leve modificação no capo dianteiro... O Zé do Caixão, também ganhou as mesmas modificações na dianteira, na mesma ocasião... Ficaram os três com a frente idêntica, durante esse período da metade de 70 até a metade de 71.

No segundo semestre de 71, a linha TL/Variant ganharam a chamada frente baixa, e o Zé do Caixão deixa de ser produzido, substituído pelo TL 4portas... A Variant manteve o quebra vento na janela lateral e as lanternas fininhas até o fim de 72... Em 73, ganha três saidinhas de ar na coluna C, perde a tal janelinha lateral, e ganha as lanternas traseiras maiores, mantendo esta configuração até 77, quando saiu definitivamente de linha, abrindo espaço para a chegada da Variant II... Em 74, o volante, a padronagem dos bancos, e a manivela do vidro mudaram, as calotas cromadas viraram copinhos (pra toda a linha), e a grade traseira passou a ser a do Brasilia... Em 75, ganhou outro painel, as lanternas traseiras passaram a ser bicolores (antes tricolores), perdeu o logo VW 1600 da tampa traseira, e a haste dos limpadores do para brisa passaram a ser pretas, entre outros pequenos detalhes (o TL sai de linha oficialmente nesse ano, mas é possível encontrar alguns restos de estoque emplacados como 76).

Em 76 ganha a trava do encosto do banco e novo apoio de braço das portas... Em 77, ultimo ano, perdeu os bigodinhos da frente e o logotipo VW dianteiro passa a ser de plástico...
Quanto as cores, são praticamente as mesmas do Fusca de mesmo ano, mas a partir de 72, Variant/TL, SP2 E TC tiveram curiosas cores metálicas, como o prata, marrom, verde e azul (alem de um vermelho que parecia meio rosa), bem raras por sinal.


Lançada em 1977, a segunda geração da Variant foi um produto exclusivamente brasileiro. Durou apenas três anos no mercado, mas ficou marcado como o mais evoluído derivado do VW Fusca - principalmente no que se refere aos aspectos técnicos.
A começar pela suspensão dianteira, que utilizava o moderno sistema McPherson, substituíndo o tradicional corpo de eixo duplo com com feixes de lâmina de torção e braços arrastados superpostos, adotado em toda a linha VW a ar. Na traseira, mantiveram-se as barras de torção, mas a geometria mudou totalmente, saindo o envelhecido semi-eixo oscilante para dar lugar ao mais eficiente braço semi-arrastado. O "facão" continuou, mas apenas como elemento de ligação de cada braço à sua barra de torção.
Outra novidade era a nova distância entreeixos, aumentada em 9,5 centímetros. mesmo assim, a Variant II era apenas 1,5 centímetros mais longa que a primeira geração do modelo. Porém, devido aos balanços mais curtos, bem como a maior área envidraçada de suas linhas retas e angulosas (típicas da época, inspiradas no VW Brasília e no VW Passat), a "nova" Variant passava a sensação de ser consideravelmente maior se comparada ao modelo que sucedeu.